quinta-feira, 30 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

100 ANOS DE CARTOLA ( o genio )...


ESPECIAL SOBRE CARTOLA NO JORNAL ESTADO DE SÃO PAULO


Especial muito legal no site do jornal Estadão. Para ir para o site clique na imagem abaixo, mas se quiser escutar no próprio blo clique no playlist ou clique aqui e salve no seu computador.


Sábado, 11/10/2008

Os principais nomes do samba foram até a quadra da Estação Primeira de Mangueira reverenciar o talento de um dos fundadores da escola. Eles lembraram as letras inesquecíveis do mestre da MPB.

veja a materia no link Globo.com.

BRASIL COMEMORA O CENTENÁRIO DE CARTOLA

Sábado, 11/10/2008

Agenor de Oliveira completaria hoje 100 anos se estivesse vivo. O sambista e poeta Cartola começou sua carreira aos 20 anos. Artistas, compositores e músicos prestam homenagens ao ídolo da Mangueira.

veja a materia no link Globo.com.


MESTRE CARTOLA FARIA 100 ANOS HOJE

Sábado, 11 de Outubro de 2008

Hoje dia 11 de outubro Angenor de Oliveira completaria 100 anos de vida. Pessoa muito importante para a construção da identidade dos sambistas cariocas. Ele ficou conhecido como Cartola e foi compositor de vários sambas e um dos primeiros articuladores das escolas de samba carioca ajudando a funda a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.

Para ler a biografia do Cartola no wikipedia clique aqui.


quinta-feira, 31 de julho de 2008

A JUVENTUDE DA UNEGRO E O FÓRUM NACIONAL DE JUVENTUDE NEGRA

Guarujá, 26 de julho de 2008


Ao longo dos seus vinte anos de existência a UNEGRO vem se somando às diversas iniciativas do movimento negro de reivindicar os direitos da juventude negra, de cobrar a responsabilização do Estado brasileiro para com esta parcela da população e de denunciar insistentemente a ação discriminatória deste mesmo Estado que através das suas instituições têm promovido sistematicamente a execução sumária da juventude negra. A criminalização da juventude negra, a falta de acesso aos níveis da educação, a invisibilidade na mídia, o extermínio cotidiano de jovens homens negros nas periferias das grandes e médias cidades de todo o Brasil, além de outras formas de extermínio sobre o conjunto da juventude negra, a exemplo do racismo institucional, são exemplos que vivenciamos todos os dias.

Para combater todas as formas de discriminação, preconceito e racismo que se abatem sobre a juventude negra a UNEGRO sempre apostou na unidade do movimento negro e do movimento social em geral, em torno de uma pauta política comum que viesse a superar o quadro desolador que ora se apresenta. Essa unidade nunca pode ser confundida com homogeneidade ou homogeneização, ela precisa preservar a diversidade de concepções, trajetórias, pensamentos e formas de ação das diversas organizações. Prova histórica disto é a nossa presença em diversas articulações nacionais e internacionais do movimento negro, e da juventude em especial, em torno de uma agenda comum, seja na construção do I ENEN em 1991 que resultou na formação da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN), seja nas articulações dos diversos encontros internacionais de combate ao racismo como a Conferência das Américas, a III Conferência Mundial Contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, em Durban 2001, nas várias edições do Fórum Social Mundial, nas Marchas Zumbi dos Palmares em 1995 e Zumbi +10 em 2005, na construção da I Conferência Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial em 2005, no Congresso Nacional de Negras e Negros do Brasil ou mais recentemente na construção do I Encontro Nacional de Juventude Negra em 2007 e na I Conferência Nacional de Juventude realizada em abril deste ano em Brasília.

Consciente da necessidade de uma articulação sólida entre os diversos pensamentos da juventude negra a UNEGRO sempre se fez presente nas etapas de construção de uma articulação de juventude negra no país desde o início, por isso vem a público manifestar o seu descontentamento com os rumos assumidos por este processo materializado na realização do ENJUNE em julho de 2007 na Bahia, nos espaços de representação homogeneizado e na presente Assembléia Nacional do Fórum Nacional de Juventude Negra (FNJN). Sabemos da diversidade de organizações da juventude negra que compõem esta articulação nacional e entendemos que essa mesma diversidade precisa ser respeitada em qualquer construção política avançada. Durante todo o processo de construção do ENJUNE colocamos essa reflexão de todos e todas que compunham aquele espaço e, pelo que aconteceu na plenária final do ENJUNE ficou mais do que visível o descontentamento de uma parcela importante da juventude pela condução hegemonista, antidemocrática, impositiva e desrespeitosa à diversidade das opiniões que se encontravam naquele espaço. O resultado disto foi uma plenária final esvaziada, dividida e com cenas lamentáveis.

Infelizmente a oportunidade de superar essa cisão não ocorreu no processo de construção das plenárias preparatórias para a Assembléia Nacional do FNJN este ano. O combate às opiniões diferentes e não o respeito a estas, a imposição de opiniões e não a construção de consensos, a sabotagem impedindo o envolvimento de determinadas entidades e organizações, o questionamento de delegados legitimamente eleitos apenas pelo fato de não se alinharem à pretensa maioria foram marcas também deste processo. A que se chegou, então? Vimos em grande parte dos estados, em plenárias estaduais que pretendiam reunir a juventude negra para debater as formas de organização da mesma a presença de 30, 40 ou no máximo 50 pessoas como ocorreu na Bahia. Esse esvaziamento é sintomático e não achamos que essa seja a condução mais correta para um processo que pretende atingir o conjunto da juventude negra.

Portanto, após insistentes tentativas do respeito à diversidade de concepções e à pluralidade das organizações da juventude negra, a UNEGRO se retira deste espaço, pelo fato de o mesmo não contribuir no sentido do que já foi acumulado pelo movimento negro em toda a sua trajetória, em particular nas últimas décadas, no que toca à capacidade de aglutinação de amplos setores da juventude negra, ao respeito à diversidade de concepções e pensamentos, à pluralidade das manifestações e formas de organização e à possibilidade de construção de opiniões baseadas nos processos democráticos de escutar o diferente, o diverso, de se apropriar de alguns elementos e de negar outros, mas nunca tendo por base à exclusão de determinados segmentos à priori.

Por uma articulação da juventude negra verdadeiramente ampla, democrática, que respeite a diversidade e a pluralidade da juventude negra!


REBELE-SE CONTRA O RACISMO!!!

UNEGRO 20 ANOS!!!

Ângela Guimarães

Coordenadora Nacional de Juventude

(BACURAL)

João Raymundo

Coordenador Estadual Juventude


unegro_pe@hotmail.com

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www.unegro.org.br